Sobre mim
Número é linguagem. Oráculo é escuta. E o caminho é matéria de estudo.
Sou Vaneska Costa, numeróloga oracular, pesquisadora e mestra em Ciência da Religião. Meu trabalho integra numerologia, espiritualidade, pensamento crítico, ancestralidade e didática.

Apresentação
Atendo, escrevo e ensino há anos pessoas sensíveis, questionadoras, pensadoras e curiosas que buscam uma espiritualidade real, sem estereótipos nem misticismo caricato.
Minha numerologia não é performática: ela é filosófica. Dialoga com Pitágoras, com a pesquisa acadêmica, com a Umbanda e com uma espiritualidade sem ingenuidade. Eu não ofereço atalhos mágicos — ofereço leitura de estrutura, de ciclo e de consciência.
Minha trajetória
Formada em Administração de Empresas, com pós-graduação em Marketing e quinze anos de mercado corporativo. Essa base não é detalhe biográfico: ela molda o modo como organizo pensamento, decisão, risco e entrega.
A migração para a numerologia oracular e o Tarot não foi hobby espiritual que virou renda. Foi ruptura identitária: sair de um sistema estruturado e previsível para viver de oráculo exige coragem, cálculo e consciência. Quando falo de transição, falo de dentro.
Minha jornada espiritual começou no Cecure, casa espiritualista onde continuo trabalhando como médium voluntária. Foi ali que aprendi numerologia com Luiz Alexandre Junior, presidente da instituição, e encontrei uma base de estudo que segue presente na minha prática.
Formação e experiência
- Mestrado em Ciência da Religião (PUC-SP), com pesquisa sobre mulheres na Umbanda.
- Graduação em Administração de Empresas.
- Pós-graduação em Marketing.
- Quinze anos de atuação no mercado corporativo.
- Prática continuada em numerologia oracular, Tarot e Baralho Cigano.
- Atuação como palestrante para empresas, eventos e grupos.
Reconhecimento e presença na mídia
Participação na terceira edição do evento Body & Mind, da Harper's Bazaar Brasil.
Ler a matéria na Harper's BazaarLer “Encontre sua frequência”Mercado corporativo, transição e espiritualidade
Conheço a linguagem do mundo corporativo e a linguagem do invisível — e traduzo uma na outra sem folclorizar nenhuma. Quando falo de missão de vida, não falo em abstração poética: traduzo para carreira, decisão, risco e movimento real.
É por isso que grande parte do meu trabalho encontra mulheres em transição: de carreira, de relação, de identidade. Relacionamento e trabalho são portas de entrada; o que aparece por trás delas é identidade, autonomia e valor pessoal.
Minha abordagem de pesquisa
Não trato espiritualidade como crença a ser defendida, mas como fenômeno histórico, simbólico e cultural — com método, fontes e honestidade epistemológica.
Isso significa perguntar em vez de repetir. Se o discurso místico afirma algo, eu investigo: existe fundamento na filosofia pitagórica? Qual é a origem histórica dessa prática? O que ela produz na vida concreta de quem a vive?
O resultado é uma numerologia que não pede fé cega. Ela pede leitura, estudo e responsabilidade pelas próprias escolhas.